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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

9 dicas para uma boa dieta

1- Coma alguma coisa saudável antes de sair para uma festinha. Uma fruta aliviará a vontade de devorar tudo que ver pela frente;

2- Nunca vá ao supermercado com fome;

3- Quando você arrumar a geladeira, deixe os alimentos mais saudáveis na parte da frente, assim você tirará os olhos das tentações;

4- Fique sempre de olho nas novidades do setor de alimentos naturais dos supermercados;

5- Prepare você mesma sua comida. Assim o controle da quantidade de calorias é maior;

6- Na rua dê preferência aos restaurantes por quilos, assim você pode escolher melhor os alimentos;

7- Mastigue muito bem o alimento;

8- Beba bastante água durante o dia. Não tem calorias e engana a fome;

9- Álcool é proibido para quem está de dieta.


Matéria do Site Mulher no Salto

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Alimentação e Concentração

Existem situações na vida em que as exigências a nível intelectual são muito grandes, como na altura dos exames. Saiba do que o seu corpo precisa nestes dias, e descubra como a alimentação pode ajudar a ter bons resultados.

Ao contrário dos músculos, que para se movimentarem podem receber energia proveniente dos hidratos de carbono (glucose), das gorduras e até das proteínas, o cérebro "funciona" exclusivamente com um combustível- a glucose.

A primeira condição é que a alimentação forneça a quantidade adequada de energia, de forma regular. Para isso, é importante fazer várias refeições por dia (espaçadas no máximo em 2,5-3 horas), de pequeno volume, para não sobrecarregar o estômago, impedindo que surja um estado de sonolência, mas que por outro lado, lhe permitam manter o poder de concentração e atenção.

A segunda condição é que seja rica em hidratos de carbono de absorção lenta, também conhecidos como açúcares lentos ou amidos. Estes alimentos devem contribuir com cerca de 55 a 60% do total das calorias ingeridas diariamente. Falamos dos cereais e derivados (pão, arroz, milho, cereais de pequeno almoço prontos a consumir, massas, entre outros), das leguminosas (feijão, grão, ervilhas, lentilhas, favas), da batata e da frutas e legumes (em menor quantidade).

Ao ingerir alimentos deste grupo a todas as refeições, garante que será posta em circulação, de forma contínua, a glucose necessária para o seu cérebro.
Para além da riqueza destes alimentos em glucose, eles são grandes fornecedores de vitaminas do complexo B, que estão implicadas nos processos de obtenção de energia dos alimentos.

Fala-se muito da importância de uma ingestão elevada de fósforo, para um incremento do rendimento físico e intelectual, mas não está provado que, ao aumentar a dose de fósforo através de suplementos e medicamentos com fósforo, o rendimento melhore.
É verdade que uma carência grave de fósforo, pode levar a estados de fadiga muscular e intelectual, mas este tipo de carência dificilmente ocorrerá numa alimentação minimamente equilibrada, dada a existência deste mineral em muitos alimentos de uso comum.

Além do mais, a assimilação do fósforo está intimamente ligada à do cálcio, e se houver um excesso de fósforo a absorção do cálcio será prejudicada, e vice-versa. Deve procurar obter um equilíbrio entre estes dois minerais, e as melhores fontes alimentares são os lacticínios (iogurtes, queijo e leite) porque apresentam estes dois minerais de forma equilibrada.

Outros alimentos ricos em fósforo são o peixe, a carne, os frutos secos, os cereais integrais e o cacau.

Fica uma sugestão para um dia típico de estudo, com considerações gerais sobre o tipo de alimentos que pode escolher.

Imagine que começa a estudar logo pela manhã:

Um pequeno-almoço saudável e energético é fundamental. Beba leite meio gordo com cereais integrais e frutos secos (tipo Muesli) ou então faça a refeição tradicional: beba leite e coma 1 pãozinho de mistura com queijo e fiambre ou com compota de fruta.

A meio da manhã deve comer novamente, e dependendo do intervalo entre a almoço e o pequeno-almoço, coma 1 iogurte e 1 peça de fruta, ou algumas bolachas de aveia e 1 iogurte natural.

Ao almoço e jantar deve haver sempre sopa de legumes, carne ou peixe, acompanhados de arroz, ou massa, ou batatas cozidas, ou leguminosas e salada crua/legumes cozidos. No final, uma peça de fruta ou 1 iogurte magro, se não estiver muito cheia.

Se o intervalo entre o almoço e o jantar for muito grande, poderá ter necessidade de fazer 1 ou 2 lanches, que podem ser semelhantes ao pequeno almoço.

Às vezes, “perder” algum tempo de estudo revela-se uma excelente forma de encarar os livros com maior disposição. Assim, faça algumas pausas, descontraia, estique-se, dê um passeio a pé ou aproveite mesmo para ir ao ginásio.


Nut. Florbela Mendes
Lisboa - Portugal
Site: www.florbelamendes.net

www.querosermagra.com

quarta-feira, 8 de julho de 2009

A despensa vegetariana



Para quem é vegetariano há pouco tempo, ou pensa tornar-se em breve, podem surgir dúvidas, quanto aos alimentos essenciais a ter em casa. Confira esta básica lista de compras, essenciais para excelentes preparações gastronómicas.

Apesar de já poder encontrar atualmente nos grandes hipermercados, muitos produtos utilizados na alimentação vegetariana, existem lojas especializadas com uma variadíssima gama de produtos típicos. São as lojas de produtos naturais, que existem nas grandes cidades com alguma frequência.

Sugiro-lhe uma lista básica de compras para preparar as suas refeições vegetarianas!

Grãos

- Farinhas (integrais, de trigo, milho, e outras);
- Arroz integral;
- Massas alimentícias variadas;
- Pães (integral, mistura de cereais, centeio, de sementes, de passas, etc.);
- Bolachas integrais e de vários cereais;
- Flocos de aveia;
- Flocos de outros cereais integrais;
- Gérmen de trigo;
- Grãos de cereais (trigo, milho, aveia, centeio, cevada e outros);
- Pipocas.

Vegetais e frutas

- Alho e cebola;
- Vegetais da época;
- Vegetais de folha verde;
- Frutas da época;
- Tomate enlatado (pelado, molho, extrato);
- Frutas secas;
- Vegetais congelados.

Feijão e produtos feitos com feijã

- Leguminosas secas (feijões: branco, preto, encarnado, manteiga, frade, aduki, mungo, feijão de soja, grão de bico, lentilhas, ervilhas, favas);
- Leguminosas enlatadas;
- Pratos prontos de leguminosas (sopas, hummus, por exemplo).

Produtos derivados da soja e outros proteicos

(equivalentes da carne)

- Proteína de soja granulada e texturizada;
- Tofu ao natural;
- Salsichas de tofu ou de soja;
- Tempeh;
- Hambúrgueres de soja;
- Empadas vegetarianas;
- Seitan (glúten, a proteína do trigo).

Oleaginosas, sementes e as suas manteigas

- Oleaginosas (nozes, amêndoas, castanha-do-pará, castanha de caju, pinhões, avelãs, amendoins, pistácios);
- Sementes (de gergelim ou sésamo, de abóbora, de girassol, de linhaça);
- Manteiga de gergelim (tahini);
- Manteiga de amendoim, de amêndoa, de avelã, etc.

Laticíneos ou equivalentes

- Leite de vaca meio gordo;
- Iogurtes naturais;
- Queijo fresco e outros curados, pouco gordos;
- Leite de soja enriquecido em cálcio (com ou sem sabores);
- Iogurte de soja, enriquecidos em cálcio;
- Sobremesas de soja.

Gorduras e óleos

- Azeite extra virgem;
- Óleos não refinados de linhaça, soja e canola;
- Óleos de amendoim.

Temperos e sabores

- Shoyu (molho de soja fermentado, à base de grãos de soja com cevada ou trigo);
- Tamari (molho de soja, sem trigo);
- Miso;
- Gomásio (sal de sésamo);
- Sal pedra e sal marinho;
- Açafrão, noz-moscada, pimenta, cominhos, caril, mostarda em pó;
- Manjericão, oregãos, salsa, coentros;
- Canela, erva-doce, baunilha;
- Gengibre.

Bebidas

- Bebidas feitas de cereais;
- Sumos de fruta e vegetais;
- Chás de ervas e de folhas;
- Café.

Outros produtos

- Algas secas;
- Levedura de cerveja;
- Ovos;
- Mel;
- Melaço;
- Xarope de milho;
- Açúcar amarelo, mascavado ou demerara;
- Farinha de alfarroba.


Nut. Florbela Mendes
Lisboa - Portugal
Site: www.florbelamendes.net

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Higienização de Alimentos na Geladeira

Confira essa matéria do Programa Alternativa Saúde da GNT que ensina como manter sua geladeira e alimentos higienizados. São dicas valiosas para a saúde de sua família.

Site: GNT

sábado, 15 de novembro de 2008

Horta de Temperos em Vasos

Nada melhor do que você utilizar temperos frescos em suas receitas. Seguindo as dicas desse vídeo, você não precisará mais compra-los em supermercados, tendo o risco de perde-los em pouco tempo. Além dos benefícios que elas trazem para seu organismo, é uma boa terapia para qualquer estresse.

Reciclagem Óleo de Cozinha

Estava navegando pela internet e achei um vídeo muito interessante. A simples atitude de não jogar o óleo de cozinha usado direto no lixo ou no ralo da pia pode contribuir para diminuir o aquecimento global. Vamos fazer a nossa parte, assim podemos salvar nosso planeta.

quarta-feira, 5 de março de 2008

A Soja

A soja é considerada um alimento funcional porque além de funções nutricionais básicas, produz efeitos benéficos à saúde, reduzindo os riscos de algumas doenças crônicas e degenerativas. É rica em proteínas de boa qualidade, possui ácidos graxos poliinsaturados e compostos fitoquímicos como: isoflavonas, saponinas, fitatos, dentre outros. Também é uma excelente fonte de minerais como: cobre, ferro, fósforo, potássio, magnésio, manganês e vitaminas do complexo B.

Os efeitos fitoterápicos da soja foram identificados por pesquisadores que observaram que em países do Oriente, onde a população consome grandes quantidades de soja e derivados, a incidências de alguns tipos de câncer como: mama, colo de útero e próstata, bem como das doenças cardiovasculares é muito menor do que em países do Ocidente. Pesquisas constataram que a diferença estava na dieta alimentar dos orientais, que é rica em soja e seus subprodutos.

As pesquisas têm demonstrado que as isoflavonas da soja reduzem os riscos de alguns tipos de câncer, como: mama, colo do útero e próstata. Também são recomendadas na tensão pré-mestrual, no alívio dos sintomas indesejáveis da menopausa e na prevenção da osteoporose. O FDA, órgão que regulamenta a produção de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, recomenda a ingestão diária de 25g de proteína de soja, que corresponde à aproximadamente 60g de grãos de soja, para o controle dos níveis de colesterol e triglicérides reduzindo, assim, os riscos de enfarto, trombose, aterosclerose e acidentes vasculares cerebrais (AVC).

A soja é um alimento calórico-protéico, uma ingestão em grande quantidade pode provocar aumento do peso corporal dependendo, é claro, do metabolismo de cada pessoa. A soja possui 395 calorias por 100 g de grãos enquanto o arroz tem 364 calorias, o feijão 344, o grão de bico 364, a lentilha 340 e a ervilha 343.

Receitas:

Salada de soja
Almôndegas e soja
Maionese de soja
Leite condensado de soja

Fonte: Ministério da Agricultura

Como realizar uma boa fritura?

Sabemos que o processo de fritura deve ser utilizado apenas esporadicamente, na confecção dos alimentos. No entanto, é possível tornar esta técnica culinária num “mal menor”.

Cozinhar pode ser definido, simplesmente, como um tratamento térmico que o alimento sofre. O ato de cozinhar não melhora apenas o sabor, o cheiro e a aparência de certos alimentos, mas também aumenta a sua digestibilidade. Cozinhar um alimento pode também melhorar a sua qualidade ao destruir possíveis fungos, leveduras ou bactérias existentes.

A fritura é uma técnica culinária que utiliza a gordura como meio de transporte de calor, e é um processo rápido (minutos) devido às altas temperaturas a que se encontra a gordura.

Durante a fritura verifica-se a formação de uma crosta à superfície do alimento que, de certa forma, impede a saída de alguns nutrientes. No entanto, é uma técnica que, por utilizar altas temperaturas, dá origem a perdas de nutrientes termo sensíveis (algumas vitaminas, em especial a vitamina C e algumas do complexo B).

Por outro lado, verifica-se uma absorção de gordura por parte do alimento, originando o aumento do seu valor calórico. A absorção de gordura pode ser minimizada se respeitarem algumas regras durante a fritura.

Regras para uma boa fritura:

1. Utilizar apenas óleos e outras gorduras que resistam bem a altas temperaturas, sem se degradarem. Exemplos disso são os óleos ricos em gorduras monoinsaturadas e saturadas: azeite, óleo de amendoim e banha. Os óleos ricos em gorduras poliinsaturadas (óleo de milho, girassol, soja, etc.) são contra indicados para fritar, já que não suportam altas temperaturas, degradando-se rapidamente.

2. O volume de gordura utilizado deve ser pelo menos três vezes o do alimento.

3. Aquecer bem o óleo a 160º-180ºC, e introduzir o alimento apenas quando o óleo estiver na temperatura certa (caso contrário, ao introduzir o alimento num óleo pouco quente, a temperatura vai baixar e não se forma a crosta à superfície do alimento; desta forma vai obter um alimento praticamente “cozido” em gordura e muito mais calórico, pois ocorre grande absorção de gordura para o interior).

4. Para não ultrapassar a temperatura certa (180ºC, no máximo 200ºC), preferir uma frigideira equipada com um bom termóstato. Caso não seja possível, considere que o óleo começa a estar na temperatura certa, quando se formam “bolhinhas” e aparece uma ondulação crescente.

5. Não utilizar um óleo que, depois de quente, comece a libertar cheiro intenso e fumo escuro.

6. Sempre que possível, secar bem o alimento antes de o introduzir no óleo quente, para evitar que a água à superfície deste, faça baixar muito a temperatura do óleo.

7. Colocar pouca quantidade de alimento de cada vez, mais uma vez, para não diminuir a temperatura ótima do óleo.

8. Quando retirar o alimento, deixar escorrer bem o óleo na escumadeira e colocá-lo sobre papel de cozinha absorvente (ou simples guardanapos de papel), para eliminar maior quantidade de gordura.

9. Depois de arrefecer, filtrar cuidadosamente o óleo utilizado, para serem removidos resíduos sólidos formados.

10. Conservar a gordura filtrada num recipiente fechado e opaco à luz (ou afastado desta), para evitar a sua oxidação.

11. Renovar completamente a gordura depois de esta se apresentar escura, não a utilizando mais do que 8-10 vezes (este número depende da quantidade e tipo de produto frito, e pode ser muito inferior ao indicado).

12. Nunca juntar nova gordura à outra que já foi aquecida.


Nut. Florbela Mendes
Lisboa - Portugal
Site: www.florbelamendes.net


Matéria do site www.querosermagra.com


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